Professor, historiador, documentalista e activista social.

A minha foto
Adoro e amo o meu trabalho, aliás gosto de tudo o que faço.

domingo, 30 de dezembro de 2018

quarta-feira, 7 de junho de 2017

Historia.

Historia, a luz da verdade e mestra da vida. os homens nao podem viver sem a historia, pois ela eh o caminho digno do conhecimento. Devemos evitar cometer os mesmos erros cometidos pelos homens do passado. Na perspectiva de fazer o presente e perspectivar e o futuro Autor:DESDERIO JOSE SUPEIA. Estudante de Historia

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

um homem, deve ter principios e objectivos. Pois eh o que faz a vida ter sentido SHALOM

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Amilcal Cabral Nasceu em Bafatá, no centro da Guiné portuguesa. O pai, Juvenal da Costa Cabral, professor primário e ex-seminarista e a mãe, Iva Pimentel Évora, ambos oriundos de Santiago em Cabo Verde, conheceram-se na Guiné. Após o regresso à terra natal, o casal separa-se, ficando o jovem Amílcar ao cuidado da mãe. Em 1933 foi frequentar a escola primária na Cidade da Praia, tendo em 1944, concluído o ensino secundário no Mindelo, com elevada distinção. Após o seu regresso à Praia, emprega-se como ajudante na Imprensa Nacional, sem no entanto, abandonar a ideia de continuar os estudos. Em 1945, obtém uma bolsa de estudos da Casa dos Estudantes do Império, em Lisboa. Com 21 anos, parte para Portugal onde conclui o curso de engenharia agrónoma, no Instituto Superior de Agronomia. Na sua estadia em Portugal, distinguiu-se como aluno, intelectual, dançarino, desportista e como impulsionador de diversas atividades culturais e políticas, nomeadamente as que desenvolveu na Casa de África, na Casa dos Estudantes do Império e no Centro de Estudos Africanos. É de destacar os vários trabalhos realizados sobre a questão da identidade africana, ou como ele próprio gostava de dizer, sobre a “reafricanização dos espíritos”. Foi precisamente na Casa dos Estudantes do Império, que Amílcar Cabral conheceu outros futuros dirigentes africanos, entre os quais se destacariam os angolanos Agostinho Neto e Mário de Andrade, o são-tomense Francisco José Tenreiro e os moçambicanos Eduardo Mondlane e Marcelino dos Santos, todos eles empenhados na causa da “reafricanização dos espíritos”. Após concluir, uma vez mais, com elevada distinção o curso, regressou à Guiné, onde a 22 de Setembro de 1952, tomou posse do cargo de diretor do Posto Agrícola Experimental de Pessubé, em Bissau. Em agosto de 1953, foi encarregado pelo Governo da Província de “estudar, planear e executar o recenseamento agrícola, cuja realização, lhe deu um profundo conhecimento da sociedade local. As suas preocupações sociais e políticas, levaram-no a envolver-se em diversas movimentações anticolonialistas. Em 1954, esteve na origem da criação da Agremiação Desportiva e Recreativa de Bissau, que entretanto não foi autorizada pelo regime, por ser considerada “suspeita”. Foi aconselhado a abandonar a Guiné em 1955, podendo no entanto visitar a sua mãe uma vez por ano. Decide fixar-se em Lisboa, contudo, numa das suas visitas à Guiné, cria em setembro de 1956, juntamente com Aristides Pereira, Luís Cabral (seu irmão), Júlio Almeida, Fernando Fortes e Eliseu Turpin, o Partido Africano da Independência (PAI) o qual, em outubro de 1960, dará origem ao PAIGC – Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde. De regresso a Lisboa, funda, juntamente com outros africanos nacionalistas de Angola e Moçambique, o MAC – Movimento Anti Colonial. Amílcar Cabral dedicou a sua vida à libertação do seu povo e à luta contra o regime colonial português. Foram três a ideias-chave do seu idealismo político: a solidariedade interafricana, a construção de uma sociedade mais justa e liberta da opressão colonial e a unidade da Guiné e Cabo Verde. Em Angola, enquanto trabalhava como engenheiro agrónomo. Até finais de 1959, reside em Lisboa, mas desempenha diversas atividades profissionais em Angola, onde simultaneamente, participa na formação do MPLA. Em janeiro de 1960, abandona definitivamente Lisboa, para liderar a luta de libertação nacional na Guiné, onde a causa da independência ia ganhando adeptos, impulsionada pelo exemplo de países vizinhos, como a Guiné-Conacri, que tinha conquistado a independência dois anos antes. O regime português, fruto da observação de outros movimentos independentistas que tinham levado a bom porto os seus intentos em outros países africanos, atuava com dureza perante qualquer atitude de contestação. O momento mais marcante, ocorreu a 3 de agosto de 1959 em Pidgiguiti, quando as forças fieis ao regime, carregaram violentamente contra uma manifestação de trabalhadores portuários que exigiam melhores condições, e da qual resultaram dezenas de mortos e feridos. Após os acontecimentos de Pidgiguiti, Amílcar Cabral promove a mudança da agitação nacionalista para uma estratégia de libertação nacional, através da mobilização de camponeses, por forma a preparar a luta armada e a instalação do PAIGC em Bissau. Esta “matança”, como foi chamada pelos nacionalistas, marcou definitivamente o rumo do Partido, que um mês depois dos acontecimentos, realizou uma conferência clandestina onde decidiu preparar-se para o início da luta armada. Em 1960, Amílcar Cabral denúncia internacionalmente o colonialismo português e participa na formação de células unitárias de luta, o que faz com que abandone a clandestinidade e se instale definitivamente em Conacri. Em Conacri, com o irmão Luís e Aristides Pereira [su_spacer] Em fevereiro de 1962, o regime português efetua uma série de detenções em Bissau, que conduzem à prisão de centenas de pessoas, entre as quais Rafael Barbosa, o número dois na hierarquia do Partido, o que atrasou algumas ações políticas previstas para a capital A 3 de agosto de 1961, o PAIGC solidariza-se com o MPLA e proclama prematuramente a “ação direta”. Antes de iniciar o confronto armado, o PAIGC enviou várias propostas ao governo português para que este desse oportunidade ao povo da Guiné e Cabo Verde de decidirem livremente o seu destino. A última, em outubro de 1961, exigia o direito à autodeterminação, advertindo que a sua recusa iniciaria a luta armada. A proposta não obteve qualquer resposta, pelo que o conflito de tornou-se inevitável. A fase que antecedeu os combates, teve especial importância para o PAIGC, pois muitos dos seus quadros, preparados clandestinamente em Conacri, passariam clandestinamente a fronteira para irem viver no seio das comunidades locais, onde levaram a cabo um permanente trabalho político. Estes militares, a maioria originários das cidades, foram especialmente formados para compreenderem o pensamento político das comunidades rurais. O seu maior êxito foi junto da etnia balanta, a maior e com mais dispersão geográfica, cujo núcleo principal vivia no Centro da Guiné, em zona altamente florestal e de difícil penetração e com contactos nas fronteiras da Guiné-Conacri e do Senegal. [su_spacer] Cabral e Otto Schacht, na Guiné A 23 de janeiro de 1963, inicia-se no Sul do território, a luta armada de libertação nacional. Durante 1964, conforme refere o comando militar na Guiné, a situação no terreno é “gravíssima” e o PAIGC começa a ser considerado o mais consequente movimento de libertação africano. Em 1966, Amílcar Cabral destaca-se pelo teor da sua intervenção realizada em Havana, na Conferência Tricontinental. Fruto dos grandes avanços militares conquistados pelo PAIGC no terreno, Amílcar Cabral considera a situação guineense comparável à de “um Estado independente, onde os centros urbanos se encontram ocupados por forças estrangeiras”. Contudo, fruto de uma manobra militar encabeçada pelo general Spínola, em que subordina o desenvolvimento socioeconómico das populações, o equilíbrio militar instala-se e sustém-se o ímpeto da ofensiva do PAIGC, obrigando Amílcar Cabral a deslocar a guerra para o plano diplomático. Cabral e a delegação da Tricontinental, Havana, 1966 1970 foi um ano pleno de atividade para Amílcar Cabral. Em fevereiro, desloca-se aos Estados Unidos, onde numa cerimónia de homenagem a Eduardo Mondlane, discursa perante a Comissão de Negócios Estrangeiros do Congresso. Em abril, na URSS, participa nas comemorações do centenário de Lenine e em junho, participa na Conferência Internacional de Apoio aos Povos das Colónias Portuguesas, realizada em Roma, onde também por esta ocasião é recebido em audiência pelo Papa Paulo VI. O ano de 1971 é marcado por várias viagens onde espera apoios para a causa da independência. Visita vários países do bloco comunista, está presente no congresso do Partido Social-Democrata realizado na Suécia, e em agosto, desloca-se a Helsínquia, a Londres e a Dublin. Em 1972 intensifica os contactos em prol da luta de libertação nacional e discursa, a 1 de fevereiro, perante o Conselho de Segurança das Nações Unidas, reunido em Adis Abeba e onde convida uma missão da ONU a visitar as regiões libertadas. A visita viria a ocorrer de 2 a 8 de abril desse mesmo ano. Viria a influenciar decisivamente o reconhecimento internacional do PAIGC como o único e legítimo representante do povo da Guiné-Bissau e Cabo Verde. Amílcar Cabral com os camaradas, a caminho de Cassacá. Uma vez mais, tenta entrar em conversações com o governo português, ao mesmo tempo que se realizavam, nas regiões libertadas, eleições para uma Assembleia Nacional Popular, cuja finalidade seria a declaração unilateral de independência. Na noite de 20 de janeiro de 1973, uma complexa teia de conspiradores irá assassiná-lo. O seu desaparecimento teria profundas repercussões no futuro do PAIGC, na descolonização portuguesa e na história da Guiné-Bissau e Cabo Verde. Contudo, não alterou o processo que, como ele mesmo dizia, estava “em andamento”. Portugal viria a reconhecer a independência da Guiné-Bissau a 10 de Setembro de 1974 e Cabo Verde proclamaria a sua soberania a 5 de Julho de 1975. Desderio, Estudante de Historia.

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Turismo Segundo OLIVEIRA (2002:36), Turismo é deslocação e permanência das pessoas fora do seu local habitual de residência, motivadas por lazer, recreio e outras actividades mais que não incluam as de carácter meramente lucrativo num período superior a 24 horas e inferior a 12 meses; Turista é todo o visitante temporário que permanece no local visitado mais de 24 horas; Excursionista é todo o visitante temporário que permanece fora da sua casa habitual menos de 24 horas; Visitante é toda a pessoa que se desloca temporariamente para fora da sua residência habitual quer seja no seu próprio pais ou no estrangeiro por uma razão que não seja de ai exercer uma actividade remunerada. 6.1 A Evolução Histórica do Turismo Conforme IGNARRA (2007:2), o turismo na antiguidade surgiu quando o homem se tornou capaz de locomover a grandes distancias, em busca de satisfação para o corpo e para o espírito, pelo comércio, surgiu na Babilónia, por volta 4 mil antes de Cristo. 6.2 Na idade Media destacamos Vaticano, Meca, Medina, Jerusalém, Palestina e Predominação de Muçulmanos turistas a meça na arábia saudita, Ásia; na Idade media as famílias fidalgas e nobres enviavam os seus filhos para estudar nos grandes centros culturais da Europa, nasciam assim as viagens de intercâmbio cultural Grécia e Roma (IGNARRA, 2007:2) 6.3 O turismo na Idade Moderna e na Idade Contemporânea Com o surgimento do capitalismo, as viagens foram se multiplicando, criaram-se extensas rotas comerciais na Europa, pioneiras das auto-estradas actualmente existentes, o processo técnico cientifico, aperfeiçoamento dos meios de transporte e comunicação, redução da carga horária do trabalho, reposo semanal, ferias anuais remuneradas, busca de repouso e recuperação física e mental foram factores que permitiram o grosso modo de turistas internacionais, avanços tecnológicos e o fenómeno de globalização (IGNARRA, 2007:6) Os tipos de Turismo Segundo BAPTISTA (1997:38), os tipos de turismo são: Turismo de Massa, Individual, Emissivo, Local, Regional, Domestico ou Nacional, Internacional de lazer, Literário, de Aguas terminais, Cultural, Desportivo, de Negócios, Religioso, Ambiental e Ecológico ou Ecoturismo. 6.5 Principais centros turísticos do mundo Conforme IGNARRA (2007:8), os principais centros turísticos do mundo são: Franca, EUA, Espanha, China, Índia, Itália, Reino Unido, Turquia, Alemanha, Malásia, México. 6.6 Importância do Turismo Geração de divisas, distribuidor de rendimentos económicos no Mundo, Gerador de empregos, exemplo empreendimento Hoteleiro e consumidor de produtos e serviços variados deste matérias de limpeza e de escritório e bebidas, roupas, equipamentos e serviços de recriação e de segurança, preservação do património cultural e natural e permite o intercambio cultural entre os povos de todo o mundo (IGNARRA, 2007:9). Impacto do turismo Impacto em turismo, é o resultado da interacção entre os turistas, as comunidades locais e os meios receptores. Impactos positivos: Geração de empresas, construção de equipamentos; elevação dos níveis culturais e profissionais; modificação positiva da estrutura económica e social; atracão de mão-de-obra de outras localidades; incrementa a produção de bens e serviços; aumenta o consumo pelos produtos locais desde hortícolas frutícolas ate artesanato; Investimentos estrangeiros; Maior arrecadação de impostos. (www.jcnavegatur.blogspot.com) Impactos Negativos Sazonalidade turística, inflação e especulação imobiliária; dependência excessiva de capital investidor estrangeira, marginalidade e prostituição; aumento de crimes.Descaracterizcao da cultura do lugar.(www.jcnavegatur.blogspot.com). Trabalho elaborado por Desderio Supeia